As estórias que ouço criam raízes e permanecem.
Fujo delas pelo caminho da memória mas revejo-as dentro dos sonhos.
Sou eu a agigantar-me quando as narrativas me prendem e gritam por uma saída qualquer .
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segunda-feira, 9 de junho de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Chove como quem chora
Chove como quem chora. Chora o que foi, chora o que vem?
Chuva que molha o sem abrigo que mora aqui ao pé de mim.
Com dignidade e dois cães pequenos, em alerta.
Ele não os deixa e eles ficam.
A única pertença de quem não tem mais.
Com dignidade e dois cães pequenos, em alerta.
Ele não os deixa e eles ficam.
A única pertença de quem não tem mais.
Deito-me, penso neles. Acordo, vou à janela.
Não os vejo, mas queria que não chovesse e não fizesse frio no inverno da vida.
Amor de cão?
Meu ou deles?
2 de janeiro de 2014
2 de janeiro de 2014
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