domingo, 14 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Concurso Faça Lá um Poema
Aos colegas de Língua Portuguesa e Português
O P.N.L. e o C.C.B. lançaram o concurso “Faça Lá um Poema” como uma das formas de comemorar o Dia Mundial da Poesia. Os prazos são muito curtos porque só recebemos a informação em meados de Dezembro.
Como a escola tem previstas várias actividades no âmbito da produção e divulgação do texto poético, gostaríamos ainda de poder participar. Para isso será necessário entregar os poemas seleccionados, por turma, e já processados em Word (letra Arial 12, espaçamento 1,5 e título a 14, em Bold), no C.R.I.Ar., até dia 27 de Janeiro de 2010.
Quem não tiver oportunidade de participar neste concurso, pode colaborar no concurso interno, que irá decorrer, entregando os poemas elaborados até ao dia 1 de Março de 2010.
Nas duas situações, as temáticas a concurso serão:
Temáticas :
1. Tema livre
2. Poemas à maneira de ( com base em técnicas ou modelos apresentados):
• P de Porto;
• Poemas com Bichos;
• Matematicando – Tabuada do 7, 8 ou 9; A triste história do número;
• Telegrama – Do Capuchinho Vermelho para o lobo; Da gata Borralheira para a Madrasta;
• Poemas e Palavras Visuais;
• Poemas de Amor e Afectos.
Setúbal, 14 de Janeiro de 2010
A professora bibliotecária
Maria João Trindade
A subcoordenadora de Língua Portuguesa
Maria Leonor Moreira
O P.N.L. e o C.C.B. lançaram o concurso “Faça Lá um Poema” como uma das formas de comemorar o Dia Mundial da Poesia. Os prazos são muito curtos porque só recebemos a informação em meados de Dezembro.
Como a escola tem previstas várias actividades no âmbito da produção e divulgação do texto poético, gostaríamos ainda de poder participar. Para isso será necessário entregar os poemas seleccionados, por turma, e já processados em Word (letra Arial 12, espaçamento 1,5 e título a 14, em Bold), no C.R.I.Ar., até dia 27 de Janeiro de 2010.
Quem não tiver oportunidade de participar neste concurso, pode colaborar no concurso interno, que irá decorrer, entregando os poemas elaborados até ao dia 1 de Março de 2010.
Nas duas situações, as temáticas a concurso serão:
Temáticas :
1. Tema livre
2. Poemas à maneira de ( com base em técnicas ou modelos apresentados):
• P de Porto;
• Poemas com Bichos;
• Matematicando – Tabuada do 7, 8 ou 9; A triste história do número;
• Telegrama – Do Capuchinho Vermelho para o lobo; Da gata Borralheira para a Madrasta;
• Poemas e Palavras Visuais;
• Poemas de Amor e Afectos.
Setúbal, 14 de Janeiro de 2010
A professora bibliotecária
Maria João Trindade
A subcoordenadora de Língua Portuguesa
Maria Leonor Moreira
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Luís Sepúlveda
Uma entrevista belíssima pela biografia e vivências do autor, pelos livros que escreveu, pelos Tempos que viveu e pelo Mundo que correu.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Fumo
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Tanto como os campos de concentração — com o que implicam de fome, frio, doença, violência e morte — interessa aqui um desses mundos pessoais e familiares que o nazismo destruiu, e que é das poucas coisas que tem cor frente ao cinzento cortante e ao silêncio.
Separação, solidão e saudade estão omnipresentes; a lembrança ajuda a fugir do isolamento e do desterro, e dá lugar — no inóspito do campo (lager) — ao amor, à amizade e à solidariedade: à humanidade, ao fim e ao cabo.
Se toda a violência está injustificada, a que põe fim à inocência ainda mais; contra ela, no processo de amadurecimento do protagonista, assistimos a um compromisso até à fusão com Vadío (única personagem com nome e etnia), que representa o reconhecimento no outro na catarse final.
O protagonista anónimo de Fumo descobre a realidade, mas filtra-a com a memória de um passado melhor. O despertar magoa-o e leva-o a uma aprendizagem rápida: a dureza e dificuldade da situação, e o instinto de sobrevivência obrigam-no a ser um menino responsável.
A inocência, mais que a impotência, marca o desenlace. Os inocentes não sobrevivem, dizia o Primo Levi; é o preço por ver a luz: a mão de Vadío apagando para sempre o medo e escrevendo com fumo uma palavra mágica sobre o céu da Polónia.
Uma comovente história de Antón Fortes com intensas imagens da polaca Joanna Concejo, de grande sensibilidade e beleza, apesar de reflectir a realidade do protagonista, que se torna mais dura ao enfrentá-la recorrentemente com lembranças da vida de onde foi ou foram todos arrancados.
MENÇÃO WHITE RAVEN 2009
in OQO editora
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