Houve um tempo de silêncio persistente que me enublou e me impediu de ler.
Mas entre janeiro e fevereiro deste ano, li:
O vento conhece o meu nome de Isabel Allende
A professora de Freida Mcfadden
O café da Lua Cheia de Mai Mochizuki
O filho do pai de Hugo Gonçalves
O gato que nunca partiu de Hiro Arikawa
Os pretos do Sado de Isabel Castro Henriques
A trilogia de Tove Ditlevsen
Os nomes de Feliza de Juan Gabriel Vásquez
O barulho das coisas ao cair de Juan Gabriel Vásquez
Melhor não contar de Tatiana Salem Levy
Caderno de memórias coloniais de Isabela Figueiredo
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